Cada linha, uma sina... e tanto.
Cada passo, incerta rotina..
Num compasso
de dança e rima.
Poesia não se faz com as mãos..
nem com linhas.
De uma vez, afoga.
Dá curto, dá tilt.
e quase sempre insistimos nisso.
Não !
Pondera,
e aos poucos, Afaga.
Preenche,
Que o gosto da próxima linha em branco
é o que faz o tempero do texto inteiro.
Uma frase por vez, sem escolher tanto as palavras.
Deus nos deu essa capacidade.
Existe um mar entre exagerar e ser prolixo.
Ah baudelaire.. você estava certo :
"Homem livre, tu sempre gostarás do mar."
Sem por nem tirar
Quero o céu, quero o mar
Quero a razão confrontada,
Quero por o pé na estrada,
Sentir a mão suar..
O Sangue esquentar..
Viver,
nascendo de novo
todo dia.
Poesia não se faz com as mãos..
nem com linhas.
De uma vez, afoga.
Dá curto, dá tilt.
e quase sempre insistimos nisso.
Não !
Pondera,
e aos poucos, Afaga.
Preenche,
Que o gosto da próxima linha em branco
é o que faz o tempero do texto inteiro.
Uma frase por vez, sem escolher tanto as palavras.
Deus nos deu essa capacidade.
Existe um mar entre exagerar e ser prolixo.
Ah baudelaire.. você estava certo :
"Homem livre, tu sempre gostarás do mar."
Sem por nem tirar
Quero o céu, quero o mar
Quero a razão confrontada,
Quero por o pé na estrada,
Sentir a mão suar..
O Sangue esquentar..
Viver,
nascendo de novo
todo dia.
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| Charles Baudelaire |

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